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sábado, 19 de agosto de 2023
Diretor da Nasa promete relatório com informações de possível “vida extraterrestre” em agosto
Ex-militares dos EUA depõem sobre OVNIs. Parlamentares acusam governo de manter segredo
quinta-feira, 18 de março de 2021
A Conspiração Avril Lavigne
Quando tinha apenas 17 anos, Avril Ramona Lavigne, uma garota loira com um estilo punk-rock, foi descoberta pelo produtor Antonio "L.A." Reid.
Naquela época, em meados de 2001, ela conquistou o empresário com sua personalidade musical.
Nas mãos do executivo, que também era um artista, Avril explodiu no mundo da música, ultrapassando marcas inacreditáveis. Com seu primeiro álbum, lançado em 2002, ela se tornou a cantora solo mais jovem a alcançar o topo das paradas no Reino Unido.
Intitulado “Let Go”, o álbum vendeu mais de 20 milhões de cópias e, de repente, Avril conquistou o mundo. Em 2003, contudo, uma mudança drástica no comportamento da cantora fez com que uma bizarra teoria da conspiração surgisse entre os fãs.
Tudo começou quando as músicas, a voz, o estilo e até mesmo alguns traços do rosto de Avril pareceram mudar de um 'dia para o outro', segundo fãs. Revistas chegaram a teorizar que a jovem teria passado por alguns procedimentos estéticos.
E se, logo após seu primeiro álbum, Avril Lavigne tivesse morrido, sendo substituída por uma sósia quase idêntica?
A cantora teria cometido suicídio em meados de 2003 e, para continuar aproveitando sua fama, a gravadora colocou uma sósia em seu lugar.
Os fãs levam a teoria tão a sério, que buscam provas físicas para comprová-la. Segundo eles, o nariz da cantora teria ficado diferente depois de 2002. Eles também notaram que nas pesquisas do Google, Avril aparecia com 1.58m no começo do milênio, e hoje aparece com 1.55m. O tom e o ritmo das duas “Avrils” também não seriam o mesmo.
O começo de uma polêmica
Os problemas da cantora começaram quando seu avô faleceu. Mais tarde, cercada por holofotes, ela foi em busca da ajuda dos pais, mas não os encontrou em casa. Assim, desesperada, ela teria cometido suicídio por enforcamento.
Toda essa trágica narrativa, segundo a teoria, foi escondida nas letras das canções "Nobody's Home" e "My Happy Ending". Logo depois da morte da cantora, sua sósia, Melissa Vandella, teria assumido seu lugar nos palcos.
Segunda a cantora
Em resumo, o blog afirma que Melissa era uma espécie de dublê de Avril, que servia para despistar fãs na rua, por exemplo. Depois de 2003, contudo, ela virou a própria cantora, a "Nova Avril", que performava, criava letras e ainda gravava novas músicas.
Foi nessa época que a cantora, sósia ou não, lançou o álbum “Under My Skin”. Para os fãs, todavia, o novo disco era só mais uma prova de que a jovem não era mais a mesma. As canções estavam diferentes demais, tanto em estilo, quanto em tom.
Segundo a teoria da conspiração, seria nesse álbum que a Nova Avril estaria fazendo pequenas homenagens para a cantora falecida, deixando pistas do que teria acontecido. Principalmente na música “Nobody's Home”, uma das mais citadas pelos fãs.
Pistas ao vento
De repente, tudo na vida da cantora corroborava para a validação da teoria. Desde a finura do nariz (que teria mudado entre 2003 e 2004), até o tom de voz da artista original — um mezzo —, que seria diferente do da nova Avril — um soprano.
Para a cantora, fosse ela Melissa ou Avril, no entanto, tudo aquilo parecia surreal. Em 2017, quando questionada, a artista ironizou: "Não, eu não estou morta. Estou aqui”. No ano seguinte, ela questionou: "Sim, algumas pessoas pensam que eu não sou a 'verdadeira eu', o que é muito estranho. Tipo, por que eles pensariam isso?".
Em 2020, quando a cantora completou 36 anos, a teoria ganhou um novo capítulo. Tendo retornado depois de algum tempo longe das redes sociais, Avril voltou a viralizar, já que, para muitos, ela parecia não envelhecer.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
Ex-chefe de segurança espacial de Israel diz que ETs existem e Trump sabia disso!
Segundo Haim Esched, Donald Trump sabe da existência de extraterrestres e Estados Unidos têm um contrato para compartilhamento de uma base em Marte com eles.
O ex-chefe do diretório espacial do Ministério da Defesa de Israel Haim Eshed afirmou que alienígenas existem e que eles têm um acordo com os Estados Unidos. Segundo ele, o caso seria de conhecimento, inclusive, do presidente Donald Trump.
A declaração do ex-membro do governo israelense foi feita em entrevista ao jornal “Yediot Aharonot”. “Há um acordo entre o governo dos Estados Unidos e os alienígenas. Eles assinaram um contrato conosco para fazer experimentos aqui”, garantiu.
Segundo Esched, Trump estava “prestes a revelar” as informações, mas teria sido impedido para não causar “histeria em massa”, porque a humanidade não estaria desenvolvida para compreendê-lo.
Trump chegou a comentar em maio de 2020, durante um evento da Força Espacial, que “o espaço vai ser o futuro, tanto em termos de defesa quanto de ataque”.
Haim Eshed se aposentou em 2010 do ministério da defesa depois de 30 anos de serviços. É considerado como o pai do programa de satélites israelense, com mais de 20 equipamentos tendo sido lançados em órbita sob sua tutela, incluindo os do tipo espião, de alta tecnologia e que trazem imagens importantes, principalmente de atividades iranianas.
Eshed disse que achou ser a hora de revelar esse segredo por considerar que atingiu um nível de respeito dentro da sociedade acadêmica que o permitiria trazer à tona tais segredos sem ser considerado louco, considerando que também há um momento de abertura acadêmica para tal.
"Se tivesse dito o que sei sobre isso há 5 anos, estaria hospitalizado (como louco). Qualquer lugar que fosse na academia me taxaria de louco", disse ao jornal de Jerusalém. "Não tenho mais nada a perder. Tenho meus diplomas e premiações. Sou respeitado em universidades estrangeiras onde muitos conceitos estão mudando", afirmou, justificando o momento de sua revelação.
O cientista acaba de publicar um livro que em tradução livre teria o título de "O universo além do horizonte: conversas com o Professor Haim Eshed". Na obra, a crítica aponta que Eshed sobre objetos voadores não-identificados e várias teorias sobre a natureza dessas naves, propósitos e origens, que em sua opinião não seriam terrenas.
Nenhum dos governos ou personalidades citadas fez declarações sobre a entrevista, seja para negar ou confirmar a existência de uma aliança com a federação galática.
terça-feira, 2 de abril de 2019
O Caso da Escola Ariel - Extraterrestres
Como uma mentira teria tantos detalhes?
Relatos e dúvidas
domingo, 14 de junho de 2015
A Conspiração John Lennon
John Lennon nasceu em Outubro de 1940, na cidade de Liverpool, Inglaterra. Alcançou a fama mundial na banda de maior sucesso de todos os tempos, os Beatles, e junto com Paul McCartney, formou talvez o que seria a melhor dupla de compositores da história. Com o fim dos Beatles em 1970, Lennon seguiu sua meteórica carreira solo nos anos 70, onde tornou-se o ativista anti-guerra mais perigoso dos Estados Unidos.
Lennon lançou sucessos como Imagine, Give Peace a Chance, Happy Xmas (War is Over), Mind Games e muitas outras, uma grande maioria fazendo um apelo pela paz, na Guerra do Vietnã, que teve seu fim em 1975.
Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP Double Fantasy em frente ao Dakota.
O rapaz, chamado Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, disparou 5 tiros com revólver calibre 38, os quais 4 acertaram em John Lennon. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos, "O Apanhador no Campo de Centeio" de J.D. Salinger.
John morreu após perder cerca de 80% de seu sangue, aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John Lennon, que correu o mundo, uma multidão se juntou em frente ao Dakota, com velas e cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.
A conspiração
Tudo começou em 1971, quando Lennon realizou o concerto Free John Now Rally, pela libertação do poeta e ativista político americano John Sinclair, preso por porte de maconha. Até 1976, a vida do roqueiro foi investigada por espiões e grampos telefônicos, virando um dossiê de 300 páginas.
O FBI e a CIA julgavam Lennon um radical muito perigoso, porque o astro sabia se comunicar com milhões de jovens, através de suas músicas e apresentações. Qualquer ideia subversiva seria facilmente aceita pela juventude norte-americana.
O governo precisava detê-lo de qualquer forma, pois estava em jogo a segurança da nação. Segundo Bresler, a solução encontrada foi a mesma já destinada a Martin Luther King e outros líderes populares do país: o extermínio.
Entretanto, no ano de 1976, os republicanos perderam as eleições presidenciais para os democratas. O novo presidente, Jimmy Carter, "protegeu" Lennon da polícia federal e do serviço secreto e deram a John o green card. Lennon decidiu fazer um retiro profissional, sob a alegação de acompanhar o crescimento de Sean, seu segundo filho, o primeiro com Yoko Ono. Foram anos de paz, nos quais ele e a família puderam viver em segurança nos Estados Unidos.
Esses anos de paz foram seus últimos de vida. Nas novas eleições no começo da nova década, os republicanos venceram a guerra e retornaram ao poder. Nessa mesma época, Lennon lançava o álbum Double Fantasy, que estourou nas paradas de sucesso. Então, o recém-eleito presidente resolveu iniciar seu mandato sem o temido ativista.
William Casey, administrador da campanha vitoriosa de Ronald Reagan, nos anos seguintes se tornaria um dos mais poderosos chefes da CIA. Ele tinha carta branca para assassinar John Lennon antes do final de 1980.
O assassino, Mark Chapman, já estava sendo preparado pelo programa de controle mental do serviço secreto americano. Ele viajaria do Havaí para Nova York, procuraria a vítima e mataria Lennon a sangue frio, à frente de testemunhas (Yoko Ono e o porteiro do Dakota) que, posteriormente, o identificariam como o criminoso.
Não há dúvidas que Chapman disparou os 5 tiros mirando a morte de John. Mas a contradição afirma que não foi ele quem projetou o assassinato. Chapman foi condenado pela Justiça estadunidense alegando que ele buscava seus 15 minutos de fama, e obviamente, conseguiu, não só 15 minutos, mas muitos anos.
Entretanto, o detetive Arthur O’Connor, a primeira pessoa a conversar reservadamente com o assassino, afirmou que a acusação não fazia sentido, pois Chapman sempre evitou a imprensa. Por que alguém em busca da fama se negaria a dar entrevistas?
Vários meses após o acontecido, Chapman afirmou que matara Lennon para promover a leitura do livro O Apanhador no Campo de Centeio, já mencionado acima. Antes de ser preso, nunca tinha comentado com amigos sobre a obra do escritor americano.
Na prisão, Chapman declarou à BBC: “Ele (Lennon) passou por mim e então ouvi na minha cabeça, ‘faça, faça, faça’. Não me lembro de mirar. Apenas puxei o gatilho com força, cinco vezes”. Que vozes eram essas? Chapman não tinha passado de maluco. Pelo contrário, ele tinha uma vida social normal e era um excelente monitor em acampamentos de meninos. Será que alguém estaria controlando a mente de Mark Chapman?
David Shayler, ex-agente do MI5, afirmou que os governos britânico e americano trocaram informações sobre a suposta doação de 75 mil libras do músico ao IRA, grupo de terrorismo irlandês. Sob suspeita de apoiar e patrocinar os terroristas irlandeses, Lennon precisava ser eliminado.
Yoko Ono, negou a ligação do marido com o IRA e lembrou que ele defendia os direitos civis e de paz. Entretanto, os arquivos existem e estavam classificados pelo FBI como de “segurança nacional”. Isso prova que o garoto de Liverpool era investigado de perto pelas inteligências americana e britânica no início dos anos 70.
E você, leitor? Acredita que o governo dos Estados Unidos mandaram matar John Lennon? Mostre sua opinião, não deixe de tomar a pílula vermelha!
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Morte de Bin Laden: Queima de Arquivo dos soldados da missão
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
A CONSPIRAÇÃO 11 DE SETEMBRO
sexta-feira, 13 de julho de 2012
CONSPIRAÇÃO COPA LIBERTADORES 2012
DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA ! Talvez, isso explique a razão do jogador Riquelme ter declarado a seguinte frase: '"Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Libertadores de 2012, ficariam enojadas!". Todos os anti-corinthianos ficaram chocados e tristes por assistir a maneira como o Boca perdeu a Libertadores. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e a VEJA e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos. Fato comprovado: O Boca VENDEU a Copa Libertadores para o Corinthias. Os jogadores titulares do Boca foram avisados, às 13:00 do dia 04 de Julho (dia do jogo final), em uma reunião envolvendo o Sr. Daniel Angelici (na única vez que o pr esidente do BOCA compareceu a uma preleção do time), o Técnico Julio César Falcioni, e o Sr. Chris Kypriotis, diretor geral da Nike do Brasil. Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel. A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o sétimo titulo do campeonato Sulamericano por uma viagem para assistir a copa do mundo no Brasil. A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$140.000,00 para cada jogador, mais um bônus de US$800.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 46.000.000,00 quarenta e seis milhões de dólares) através da empresa Nike. Além disso, os jogadores que aceitassem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos teriam as mesmas bases de prêmios que os jogadores de elite da empresa, como o Cristiano Ronaldo, Xavi da Espanha, Messi da própria Argentina e Neymar, do Brasi l. Mesmo assim, Roncaglia se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Daniel Angelici a escalar o jogador Viatri, dizendo que Roncaglia estava com problemas no joelho esquerdo (em primeira notícia divulgada às 08:47 no centro de imprensa) e, logo depois, às 14:15, alterando o prognóstico associando o fato a venda para FIORENTINA). Assim, combinou-se que o Boca seria derrotado durante a prorrogação, porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que o Corinthians, marcasse, em duas falhas simples do time argentino. Porque será que o Maradona NÃO VEIO ao Brasil, para apoiar o time com toda a sua euforia???