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Clayton S. Santos
Santos, SP, Brazil
Desenhista, Designer por profissão, uma pessoa que busca sempre saber o que está acontecendo, e o que não está acontencendo também, ao meu redor, na verdade, em TUDO!
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

INCIDENTE EM VARGINHA

00.00 horas do dia 20 de Janeiro de 1996, o comando aéreo norte -americano, NORAD, foi alertado por uma das estações do SETI, localizada no estado do Novo México, para a detecção de um objecto não identificado em órbita terrestre!
O NORAD, logo apontou para a área assinalada um dos seus satélites espiões conseguindo não só a confirmação visual, da existência do estranho objeto, assim como a sua detecção pelo radar, outrossim da, entrada, na atmosfera terrestre, confirmando tratar-se de um objeto desconhecido, de dimensões consideráveis, cujo cálculo da trajectória aguardava-se a confirmação dos computadores .
De imediato, caças F-117 descolaram de várias bases mantendo-se em estado de alerta, os B-2 e outros caça bombardeiros.
Não tardou que o NORAD conseguisse estabelecer uma trajetória do objeto que, entretanto, entrara na atmosfera terrestre. A trajetória estabelecia que um objeto voador não identificado dirigia-se para determinada região brasileira, provavelmente para próximo da cidade de Varginha, Minas Gerais.
Foi então que o NORAD, a partir das montanhas Cheyenne, alertou o governo brasileiro e a Força Aérea Brasileira, da ocorrência. De imediato, vários caças de diversas bases aéreas brasileiras decolaram em missão de "patrulhamento". Segundo um oficial superior de uma das bases, aquela noite foi um alvoroço com tantos aviões no ar (!). Simultaneamente, vários aviões de transporte norte-americanos partiram de bases do sul dos Estados Unidos e do Panamá, transportando grupos de homens pertencentes às operações especiais (boinas verdes) diverso e equipamento (?), com destino ao Brasil.

A cidade de Varginha:

Varginha é uma pequena cidade industrial com cerca de 120.000 habitantes, localizada num dos estados do centro / sul do Brasil.
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Cerca da 01:00 H da madrugada do dia 20 de Janeiro de 1996, os habitantes de Varginha observaram a presença no céu, sobrevoando a cidade, vários objetos voadores, sendo um forma de "charuto" apresentando dificuldades no voo (durante o qual parecia estar a soltar fumaça!); outro em forma de disco; e vários outros, de menores dimensões (30 a 50 cm) que sobrevoavam a baixa altitude as ruas da cidade. Várias fotos e filmagens foram feitas do acontecimento e transmitidas por inúmeras cadeias de televisão.
Às 03:00 H da madrugada, Eurico de Freitas e a mulher, Uralina Augusta, residindo nos arredores da cidade de Varginha, foram violentamente despertados por um grande ruído no exterior da casa, barulho esse que também perturbou o seu gado. Segundo descreveu aquele casal, quando saíram de casa viram um objeto do tamanho de um carro voando próximo do solo e que deixava um rasto de fumaça...


1º HUMANÓIDE:
Às 07:00 Horas da manhã, o serviço de bombeiros da cidade de Varginha recebeu uma chamada anónima, que alertava para a presença de uma estranha criatura vista a correr nos arredores da povoação. De imediato os carros de bombeiros partiram em direção ao local indicado (a cerca de 2 Km de distância)...
Chegando ao local, os bombeiros ficaram admirados pois aí já se encontravam militares da ESA-Escola de Sargentos das Armas, da Vila Três Corações, localizada a 25 km de Varginha. Concluíram que alguém tinha também telefonado para o quartel dos militares; foi então que resolveram trabalhar juntos, para capturarem a estranha criatura. Às 10,30 da manhã do dia 20, os bombeiros encontraram o estranho ser que não ofereceu qualquer resistência, parecendo estar doente e fraco. Capturado com uma rede, e metido dentro de uma caixa, foi transportada por um camião para o quartel da ESA.

Segundo militares, que não quiseram identificar-se,"a criatura era extremamente feia! O corpo deveria de ter cerca de 1 metro e 60 de altura e era mole como gelatina; emitia um odor intenso; tinha protuberâncias espalhadas pelo corpo, como se fossem olhos; os olhos eram vermelhos sem pupilas; os pés grandes em forma de V; a pele era de côr acastanhada escura; os braços eram finos e longos; as pernas delgadas e curtas; não possuía nariz, mas apenas dois pequenos orifícios"
Ao início da tarde a estranha criatura foi transportada para a base de treino da ESA transformada em posto de máxima segurança.

O início das contradições nas declarações ...
Segundo o major Calza da E.S.A, o que levou a que nesse dia os militares tivessem saído nesse dia do quartel a caminho de Varginha, foi o fato de que chovia muito. Uma vez que havia 2 novos caminhões que estavam dentro da garantia, foram enviados para a cidade para uma revisão. Segundo este oficial, o que levou a que as pessoas pensassem que transportavam um extraterrestre num dos camiões, era simples: em Varginha existe um casal de anões e a senhora (anã) estava gravida sendo que, assim, eles transportaram-na para o hospital da cidade para que fosse dar à luz (?).

Contatados os bombeiros de Varginha, o seu comandante Tenente Rubens, afirmou que, nesse dia, não houve qualquer ocorrência anomala, e acrescentou: "foi mais um dia rotineiro". Porém ao ser solicitada uma cópia do relatório da atividade diária do dia 20 de Janeiro de 1996, o tenente Rubens afirmou que era confidencial (!)

2º HUMANÓIDE:

Às 04:00 da tarde desse mesmo dia 20 de Janeiro, três moças voltavam para casa depois do trabalho, seguindo o caminho através de um atalho. A determinado momento as três amigas, Kátia de 22 anos, Liliana de 16 anos, e Valquíria de 14 anos, depararam-se, próximo de um muro, num terreno baldio junto ao bairro Jardim Andere com um ser idêntico ao anteriormente descrito.
A três, testemunharam que aquele ser parecia ter a pele muito mole, olhos vermelhos, e parecia estar sofrendo... Segundo elas "não era bicho nem gente ! Era uma coisa horrível..."
Correram para casa e disseram à mãe que tinham acabado de ver o "diabo".

Então, todas foram ao local assinalado. Quando lá chegaram, já não viram a estranha
criatura. Apenas sentiram um forte odor estranho... Perante este testemunho o major Calza da ESA afirmou que aquilo que as moças viram foi apenas um anão que vive em Varginha, que é muito disforme e, precisamente nesse dia "tinha-se machucado com uma queda..." (?)

Na noite do dia 22 de Janeiro de 1996 os militares da ESA foram alertados para o fato de uma estranha criatura estar deitada junto à estrada, parecendo estar ferida. Às 10 da noite, partiu da ESA um "comboio" com 3 caminhões transportando militares, bem equipados, em direção a Varginha.
Chegados ao local assinalado, os militares prepararam-se para recolher o estranho ser, o que foi feito por 2 tenentes da S2 - serviços secretos militares, colocado um dos caminhões, e de um destes para uma ambulância com destino ao hospital .
À meia-noite, as imediações do hospital eram um caos total, com a polícia militar, bombeiros e elementos dos serviços secretos a isolarem a área. No hospital muitos médicos tinham máscaras colocadas. Quando começaram a ser feitos exames ao humanóide, 2 tenentes da polícia militar filmavam e tomavam notas.
Um dos médicos, puxando da língua ao estranho ser, verificou que era preta, comprida e fina; constatou, ainda, que exalava um cheiro intenso a algo semelhante a amoníaco; tinha pés grandes, em forma de V e em tudo mais idêntico ao 1º Humanóide.
Entretanto, um dos militares da P.M. que esteve em contato com o humanóide durante o seu transporte e até ao hospital, o soldado Marco Eli Cherese, de 23 anos, regressou a casa cerca das 00:45 Horas já do dia 23 de Janeiro.
Este militar, que não padecia de qualquer doença, faleceu poucas semanas depois, com uma doença estranha. Após a morte não foi feita qualquer autópsia; médicos e militares disseram à família para enterrarem o corpo imediatamente sem efetuarem cerimônias do funeral.
Posteriormente, a família tentou exumar o corpo mas o juiz não autorizou afirmando tratar-se de um assunto de segurança nacional. Porém, apesar de não ter sido feita autópsia, foram feitas análises ao sangue que apresentava um valor elevado de toxinas desconhecidas (8%), conforme extrato do relatório que a seguir se apresenta...

A história destes estranhos seres não acaba aqui ! Depois de autopsiado, o humanóide foi enviado para junto do outro que encontrava-se nas instalações da ESA. No dia 24 de Janeiro, por ordem do tenente-coronel Olimpio Wanderley.

Os humanóides partiram cerca das 3 da manhã com destino à Escola de Cadetes de Campinas, numa coluna de camiões comandada pelo sargento Pedrosa da S2.
Entregues ao comandante da Escola de Cadetes, o capitão Ramires, oficial da ESA, providenciou a sua transferência para a Universidade de Campinas UNICAMP, que possui 2 laboratórios de acesso restrito. Ela é conhecida por ter uma grande equipe de médicos legistas, chefiada pelo Dr. Palhares.
Dias mais tarde, militares norte-americanos transportaram do Brasil com destino desconhecido os corpos dos 2 humanóides.

Face à pressão da opinião pública o general Lima, comandante da ESA decidiu dar uma conferência de imprensa para negar o envolvimento do exécito neste incidente.

3º HUMANOIDE:
Algumas semanas depois, já em Fevereiro de 1996, animais do zoológico de Varginha começaram a morrer sem razão aparente. A diretora do zoológico, a bióloga Dra Leila Cabral, afirmou nunca ter visto nada assim. Na noite de 21 da Abril de 1996, a senhora Teresinha Galo Clepfe, de 67, estava a comemorar o seu aniversário no restaurante do zoológico de Varginha. Em dado momento, saiu à varanda do restaurante para fumar. Foi então que viu por detrás de um muro, uma cabeça idêntica à dos humanóides anteriormente referidos.
Assustada afirmou: "fiquei pregada ao chão, não conseguindo desviar o meu olhar daqueles olhos horríveis, esbugalhados e vermelhos. Foi a coisa mais feia que vi na minha vida..."
Este 3º ser de fisionomia humanóide nunca mais foi visto ou localizado!

O que mais nossos governantes escondem nos alçapões da UNICAMP?

HOMENS DE PRETO





Segundo alguns pesquisadores, a lenda dos Homens de Preto é uma das poucas lendas onde sua origem pode ser determinada exatamente. Seu início teria acontecido por volta de 1953, quando um homem que atendia pelo nome de Albert K. Bender estava dirigindo uma organização chamada "Agência Internacional de Discos Voadores" (International Flying Saucer Bureau - IFSB) e editando uma pequena publicação chamada Revista Espacial, dedicada a pesquisar e divulgar notícias de Discos Voadores. O IFSB a despeito do seu pomposo título e da publicação da Revista Espacial, na sua melhor fase alcançou não mais que algumas centenas de leitores. Mas todos eles estavam profundamente convencidos de que esses objetos eram de fato artefatos extraterrestres. Segundo alguns autores, a origem do mito começa exatamente com a última edição da Revista Espacial, datada de outubro 1953 e que trazia dois pequenos artigos com as seguintes informações: "Uma fonte que o IFSB considera digna de toda confiança nos informou que a solução da investigação sobre o mistério dos Discos Voadores esta se aproximando de sua fase final. Esta mesma fonte, de quem reafirmamos tivemos todas as referências, também sugeriu que este não era o método formal, nem o momento para a Revista Espacial publicar todos os dados deste mistério". No segundo e mais chocante artigo eles deram a seguinte DECLARAÇÃO: "O mistério dos Discos Voadores não é mais nenhum grande mistério. Sua fonte já é conhecida, mas qualquer informação sobre isto está sendo retida através de ordem de uma fonte mais alta. Nós gostaríamos de publicar a história completa na Revista Espacial, mas por causa da natureza desta informação nós fomos aconselhado a não publicar para não nos arrependermos". A declaração terminou com um preocupante aviso: "Aconselhamos a todas as pessoas ocupadas na pesquisa deste fenômeno a serem muito cautelosas ". Logo após Bender fechou a revista e dissolveu a organização. Na mesma época ele deu uma entrevista a um jornal local em que afirmava que tinha sido visitado por "TRÊS HOMENS VESTINDO TERNOS NEGROS" que tinham ORDENADO ENFATICAMENTE para ele deixar de publicar qualquer material sobre discos voadores. Alguns amigos e assinantes da revista pressionaram Bender para obter maiores explicações, mas ele sempre demonstrou muito medo e a todas as perguntas respondeu enigmaticamente ou com um absoluto "não tenho nada a dizer". E assim, para muitos, a partir destes acontecimentos nasceu a lenda dos Homens de Negro... Porém, uma breve visão da história humana sugere que este talvez não seja necessariamente o caso. Uma tradição de entidades do tipo MIB, que são indivíduos misteriosos vestidos com roupas escuras e com intenções sinistras, remonta a antigüidade e pode ser seguido através da história em diferentes culturas, como por exemplo no Oriente Médio, onde desde os tempos bíblicos já existia a tradição de homens vestindo turbantes negros e tentando atrair as vítimas para o deserto com propósitos sinistros não especificados. Igualmente, na Europa central e Meridional, durante a idade média existia um medo genuíno entre os habitantes dessas regiões de seres vestidos de negro que vagavam na zona rural executando atos indiscriminados de vampirismo nos humanos. Ainda mais curioso é que os MIB são freqüentemente descritos como tendo características asiáticas e isto é muito interessantes se levarmos em conta o fato que existe um mito antigo na China, no Tibet, e na Índia de uma raça superior de humanos que vivia em baixo da superfície da Terra e que ocasionalmente enviavam "agentes" vestidos em negro à superfície para manipular e negociar com humanos. Este interessante fato é conhecido como o mito do "Rei do mundo". Os nativos americanos também temiam o "Homem de Preto" que supostamente espreitava nas florestas com intenções maliciosas. Como vemos, parece que o mito dos Homens de Negro pode ser bem anterior aos acontecimentos de outubro de 1953. Porém, Bender pode ser creditado como a pessoa que deu a estes seres um propósito específico. Isto é, o propósito de desencorajar e intimidar testemunhas de fenômenos relacionados com os UFOs. Algumas pessoas também acreditam que os Homens de Negro podem estar associados com uma conspiração da força aérea americana, ou com uma conspiração da CIA ou até mesmo de uma conspiração da comunidade científica mundial. A opinião geralmente reconhecida para a razão por detrás de uma tal conspiração era um desejo por parte dos poderosos de esconder a "verdade" do público porque as pessoas iriam entrar em pânico se eles soubessem que nós realmente estávamos sendo visitados por criaturas superiores de outro mundo. Teoricamente esta conspiração tem o intuito de evitar a velha paranóia que teve início com "a radiodifusão de A Guerra dos Mundos" e o pânico que surgiu daí. Apesar dos MIBs já terem sido descritos tendo estranhas compleições, Na maiorias dos casos conhecidos eles tem aparência humana ou quase humana. Geralmente são descritos como tendo lábios finos, maçãs do rosto acentuadas e olhos inclinados e grandes. A altura deles pode variar de muito pequenos para muito altos. Eles algumas vezes usam maquilagem e, até mesmo, perucas de gosto duvidoso em uma tentativa falha para parecerem seres normais. Normalmente é difícil determinar a idade deles. Freqüentemente a voz deles parece mecânica. Eles freqüentemente parecem ter dificuldades de respirar e parecem ficar sem energia em pequenos períodos de tempo. Eles, logicamente, estão vestidos com roupas negras e freqüentemente usam ternos obsoleto que parecem ser novos e feitos de algum tipo estranho de tecido. Os MIBs normalmente viajam em grupos de três, embora duplas ou até mesmo um único MIB não seja incomum. Eles tendem a dirigir carros americanos grandes e pretos como Cadillacs, Buicks e Lincolns que algumas vezes já têm cerca de vinte anos e mesmo assim aparentam ser carros novos. Freqüentemente estes carros exibem estranhas insígnias que não são identificáveis. Normalmente os números de placa são obscurecidos ou faltando completamente, mas em numerosas ocasiões os números da placa foram anotados e quando checados mostraram que nunca tinham sido emitidos.
Um encontro típico com os MIB normalmente acontece imediatamente após alguém avistar um UFO ou testemunhar algum tipo de acontecimento relacionado com o fenômeno UFO. A testemunha é visitada por um ou mais homens estranhos que freqüentemente mostram distintivos aparentemente importantes e afirmam ser agentes do governo que, em investigações subseqüentes, se verifica que tanto os nomes dados como a agência mencionada invariavelmente não existem. Os "agentes" normalmente não só exibem um conhecimento exato do fato insólito presenciado pela testemunha, como também demonstram um conhecimento pessoal e íntimo da testemunha. Eles coletam todas as evidências físicas do encontro que a testemunha teve, tais como fotografias ou qualquer outra evidência porventura existente. O curioso é que até mesmo em ocasiões em que eles não ameaçam explicitamente a testemunha, normalmente deixam entender que tornar público a experiência vivenciada pelas testemunha não é uma boa idéia e pode ser muito perigoso. Em outras vezes os MIB se apresenta como um vendedor de seguros, ou um fotógrafo, ou algo igualmente desconexo com o assunto UFO, nunca menciona o evento em questão mas, ainda assim, de alguma maneira, deixa a impressão que sua presença está associado com estes acontecimentos

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Mais estranho que a ficção.

Assisti um filme, que é o titulo da postagem, com a Emma Thompsom..adoro ela...adorei o filme também...e vi numa hora da vida em que repensava-a...
Reflexões vão, reflexões veêm, (pela nova gramática, ainda tem acento?? Não né..rs) cheguei a várias conclusões, que colocarei em prática.
Nada transcedental e extraterreno....mas algo circunstancial para a minha vida.
Não teremos por algum tempo conspirações, pois o pc em que formulo-as e as pesquiso está em estado de aniquilação, preciso arrumá-lo. Até lá, tentem não se matar ou afogar-se no ralo do chuveiro, ok?

Para pensar...
O Sonho não acabou, mas pode escolher o pão doce que está bem melhor....rsrsrs

terça-feira, 18 de agosto de 2009

PAUL McCARTNEY MORREU EM 1966

É a maior conspiração do mundo pop. Pior do que a invenção do Menudo. Mais horrível do que explorar comercialmente o Jordy. Paul McCartney morreu num acidente de carro em novembro de 1966 e foi substituído por um sósia. Na época, os Beatles eram o principal item de exportação na balança comercial britânica. A perda de Paul destruiria a banda e, por isso, a gravadora resolveu armar uma estratégia para salvar os Beatles. Um sósia de talento duvidoso chamado Billy Shears (segundo algumas fontes) ou William Campbell (segundo outras) assumiu o lugar do beatle esmagado no desastre. Depois de alguma relutância, John, George e Ringo concordaram com a conspiração, mas esconderam cuidadosamente pistas sutis nos discos do grupo que revelam a trama macabra. A maioria dessas evidências estão nas capas de Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967) e Abbey Rood (1969).

As Pistas de Sgt Pepper’s:

1. No lançamento do disco, os Beatles anunciaram que nunca mais fariam shows ao vivo. Certamente para que Billy Shears ou William Campbell não fosse desmascarado.
2. No centro da fotomontagem da capa, um arranjo de jacintos amarelos forma uma guitarra de canhoto com três cordas. A guitarra simboliza Paul, que era canhoto, e as três cordas mostram que só três beatles estão vivos. Além disso, a ilustração é claramente um funeral.
3. Outro arranjo de flores forma a palavra "Beatles". É a primeira vez que a banda assina um disco como "Beatles" e não "The Beatles". Faz sentido. Se Paul está morto, "The Beatles" não existe mais, mas apenas os três "beatles" remanescentes.
4. Na capa também aparece uma estátua de Kali, a deusa hindu da morte e do renascimento. Claro. Paul partiu desta para uma melhor, mas ressuscitou em outro corpo.
5. No centro da fotomontagem tem uma bateria desenhada por um certo Joe Ephgrave. O nome Ephgrave é considerado um amálgama de "Epitaph" (epitáfio) e "grave" (túmulo). Dizem que se você colocar um espelho horizontalmente no meio de "Lonely Hearts', você lê a seguinte mensagem: "I ONE IX HE <> DIE". A interpretação é a seguinte: "I ONE" significa 11 e, portanto, a mensagem é "em 11 de setembro ele morre: O símbolo <> aponta diretamente para Paul McCartney. O acidente teria ocorrido em 11 de setembro - uma data de múltiplos significados cabalísticos, como se vê. E não para por ai.
As Pistas de Abbey Road:
1. A capa mostra os quatro Beatles cruzando uma rua, simbolizando um funeral. John está de branco (cor do luto para algumas religiões orientais). Ringo está de preto (luto no Ocidente).
2. Paul anda com o passo trocado e está descalço (os ingleses enterram seus mortos sem sapatos).
3. No lado esquerdo da rua tem um fusca (que em inglês é conhecido como beetle) com a placa "28 if". Ou seja, Paul faria 28 anos, se (if) não tivesse morrido aos 27. Também tem um carro funerário estacionado do lado direito da rua.
Existe uma infinidade de outras pistas disponíveis na Internet para pesquisadores interessados. No entanto, apesar das evidências abundantes, a conspiração é apenas uma practical joke extremamente elaborada, com acréscimos de vários autores diferentes. A história parece ter começado com um acidente de moto que Paul realmente sofreu em novembro de 1966. Os fãs ficaram preocupados, mas Paul só quebrou um dente. A trama conspiratória foi relatada pela primeira vez em 1969, no jornal universitário Times-Delphic, da Drake University, em lowa, Estados Unidos. Inspirado pelo acidente, o autor, Tim Harper, apontava as supostas evidências da morte na capa de Abbey Road. O radialista Russell Gibb, da WKNB-FM, de Detroit, gostou da piada e a reproduziu no ar, acrescentando colaborações pessoais à lenda (as pistas na capa de Sgt Pepper’s são possivelmente invenção dele). A partir daí, a teoria conspiratória se propagou por fanzines e jornais alternativos. Faz sentido. Na época, o grande heróI da imprensa underground era Hunther S. Thompson, o célebre inventor do gonzo journalism, que misturava reportagens investigativas a um humor absurdamente escrachado. Thompson inventava descaradamente. Seus imitadores, mais ainda. A criação do sósia William Campbell é atribuída a um certo Fred LaBour no artigo "McCartney Dead: New Evidence Brought to Light" da Big Fat Magazine. O outro suposto sósia, Billy Shears, é um personagem misterioso citado no álbum Sgt. Pepper's: "So let me introduce to you the one and only Billy Shears", diz a letra da primeira canção. A citação a Billy Shears não faz muito sentido no disco mas, pensando bem, nada faz sentido em Sgt Pepper's. O fato é que o boato da morte de Paul tomou tamanha proporção que, em 1969, ele teve de convocar uma coletiva de imprensa para provar que estava vivo. Alguns beatle-maníacos atribuem a suposta conspiração à própria banda. Tudo não passava de um projeto de arte conceitual idealizado por John Lennon, afirmam os fãs. Lennon sempre negou isso, assim como George e Ringo. Paul McCartney, por sua vez, sempre encarou o boato com extremo bom humor. O que prova que ele é muito espirituoso, mesmo no além-túmulo

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Os Temíveis e Famosos Greys



Os greys - ou grays, como preferem alguns ufólogos - constituem o tipo alienígena mais ordinário (em ambos os sentidos) a visitar o nosso planeta. Têm mais ou menos 1,30 m de altura, cabeça ovalada, olhos pretos grandes sem pálpebras e pele cinzenta - daí o nome. Os greys são bastante populares na ficção cientifica. O visitante do filme ET - O Extraterrestre, de Steven Spielberg, é a versão estilizada de um grey, assim como os alienígenas que deram tanta dor de cabeça ao agente Fox Mulder na série ARQUIVO X.
No mundo real, se é que podemos nos referir assim ao mundo da ufologia, os greys surgiram em 1961 no famoso CASO BARNEY-BETTY HlLL. O casal americano Barney e Betty HiII foi supostamente seqüestrado por um disco voador em New Hampshire, num dos primeiros casos conhecidos de ABDUÇÃO ALIENÍGENA (ver
http://hackeandoamatrix.blogspot.com/2007/09/abduo-aliengena.html ). O detalhe curioso é que, segundo Barney, os extraterrestres usavam uniformes nazistas. Como nenhum outro abduzido depois dele mencionou NAZI-ALIENÍGENAS, é possível que os extraterrestres tenham repensado seu conceito de moda.
Segundo o físico BOB LAZAR (ver
http://hackeandoamatrix.blogspot.com/2008/07/bob-lazar.html ), OS greys trabalham lado a lado com cientistas humanos na famigerada ÁREA 51 (ver http://hackeandoamatrix.blogspot.com/2008/07/area-51.html ), no deserto de Nevada. Esses alienígenas teriam feito um pacto com o governo americano nos anos 1950. Em troca de tecnologia extraterrestre, os militares permitiriam aos greys seqüestrar seres humanos e mutilar animais. O objetivo dessas pesquisas biológicas seria a produção de um HÍBRIDO HUMANO-ALIENÍGENA. Organizações secretas como os HOMENS DE PRETO e o MAJESTIC 12 teriam a missão de manter tudo isso longe dos olhos da população.
Bob Lazar afirma ainda que os greys manipulam a humanidade há milênios. Todos os nossos conceitos religiosos teriam sido inspirados ou fabricados por eles para nos manter sob controle.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A percepção da realidade nas mãos do Projeto Montauk



Esta é uma espécie de TCU (Teoria Conspiratória Unificada) capaz de explicar todos os mistérios e paradoxos do mundo em que vivemos. Segundo a lenda, o Projeto Montauk começou em 1971 numa base da Força Aérea norte-americana localizada no pico Montauk, em Long Island, Estado de Nova York. A estação militar estava ali desde os anos 1950, mas ganhou vários níveis subterrâneos (claro...) para abrigar o projeto. Conspirólogos sustentam que, apesar de funcionar numa área federal, o Montauk era financiado por um governo oculto - talvez o misterioso MAJESTIC 12.
O Projeto Montauk aprofundou e ampliou as investigações do Projeto Fênix, criado nos anos 1940 para analisar os bizarros efeitos colaterais do EXPERIMENTO FILADÉLFIA (suposta viagem no tempo realizada pela marinha americana em 1943). O Montauk, entretanto, foi bem além do objetivo inicial, desenvolvendo pesquisas nas áreas de CONTROLE MENTAL, psicotrônica (fusão entre computador e mente humana legado da nave que caiu em Rosswel), pulsos magnéticos, mecânica quântica e universos paralelos.
Tudo começou com os pulsos magnéticos.
A tese defendida pelos cientistas do projeto era que a mente humana emitia ondas magnéticas que eram decodificadas com maior facilidade pelos chamados sensitivos. A transmissão de ondas artificiais na mesma freqüência das “naturais” possibilitaria, em tese, que os receptores vissem e pensassem o que o emissor quisesse. O Montauk, em síntese, queria manipular idéias à distância. Dizem que conseguiu.
Em 1973, a pesquisa entrou numa nova fase com a criação da Cadeira Montauk, que unia o cérebro humano a um computador. Sensitivos foram conectados ao aparelho e incentivados a projetar pensamentos. O que aconteceu foi surpreendente. Eles supostamente conseguiram materializar objetos sólidos a partir do nada. Ou quase isso. Os objetos pensados seriam feitos de orgone - a bioenergia que, segundo o neuropsiquiatra Wilhelm Reich, é emitida por todas as formas de vida



Aparentemente, o único limite para o poder da Cadeira Montauk era a imaginação do usuário. Relatos disponíveis na Internet afirmam que prédios inteiros surgiram do nada quando imaginados pelo "pensador”. Assim, uma pesquisa que pretendia alterar a percepção da realidade acabou alterando a própria realidade (se é que existe alguma diferença entre as duas coisas.)
Depois de produzir matéria do nada, os cientistas resolveram mexer com o tempo. Usando a Cadeira Montauk e outras invenções esquisitas (como uma antena chamada Orion Delta T), eles teriam conseguido, em 1981 abrir fendas no espaço-tempo. A partir daí, o Projeto Montauk se dedicou quase que exclusivamente à exploração do passado e do futuro.
Se o mundo parece confuso, a culpa é do Projeto Montauk. Não podemos nem precisar onde termina a realidade e começa a insanidade, pois a nossa própria percepção do passado e do presente não é mais confiável. Tudo o que algum pensou na Cadeira Montauk (por exemplo: alienígenas GREYS controlam secretamente o planeta com a ajuda da ILLUMINATI) tornou-se real.
Foi uma dessas experiências desastradas, aliás, que colocou fim ao Projeto. Em 1983, diz a lenda, um pesquisador chamado Duncan Cameron Jr. Libertou, sem querer, um monstro que habitava o seu inconsciente. A criatura destruiu completamente as instalações do Montauk.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Projeto Montauk



O eletromagnetismo não apenas possibilita a invisibilidade, mas também influi na mente humana. Muitos sobreviventes do Projeto Filadélfia (nos arquivos vc encontrará sobre o dito prjeto) teriam tido sua sanidade mental comprometida. Isso podia ser verificado em experiências com animais que, após exposição a campos eletromagnéticos, teriam mudado seus padrões comportamentais. Nem precisa dizer que os militares adoraram a possibilidade de influenciar o comportamento de exércitos inimigos. Assim, surgiam os experimentos subterrâneos na base de Montauk. Por mais fantástico que possa parecer, o Projeto Montauk só foi possível graças à implantação de tecnologia alienígena. Seria muito difícil supor que todas as tecnologias necessárias para possibilitar os experimentos de Montauk fossem provenientes única e exclusivamente de nós. Tendo Preston Nichols como um dos cientistas envolvidos, este daria a descrição minuciosa do que aconteceu em Mountak.
Recebendo o nome de Phoenix II, que seria a conjunção dos resultados de Phoenix I (Filadélfia) com a possibilidade de estabelecer o controle da mente, o Projeto Montauk foi instalado secretamente no subsolo da antiga base abandonada de Montauk. O projeto consistia em expor pessoas a poderosas ondas eletromagnéticas para causar modificações em seus padrões mentais (influindo diretamente no comportamento e nas emoções). Com o acordo estabelecido com os alienígenas nas qual ganharíamos suporte tecnológico, os alienígenas por sua vez, seriam beneficiados com a chance de realizarem experiências com seres humanos (há inúmeras versões sobre o que consistiam de fato), na qual eles também se usariam das instalações de Montauk. Ou seja, eles cometeriam todo tipo de atrocidades conosco sem serem oportunados, ou melhor...com a cumplicidade do governo norte-americano. Na revista Ufo 71 há um excelente texto de Fernando A. Hungria que fala sobre o que ficou conhecido como “os meninos de Montauk”. Segundo Fernando, num espaço de dez anos foram raptadas cerca de seis mil crianças loiras de olhos azuis com idade de 11 a 18 anos para os alienígenas as usarem nas suas experiências (na qual não se sabe exatamente o que consistia). É claro que existem muitas outras versões sobre as supostas atividades alienígenas em Montauk. Em uma outra versão é colocado que eles tentavam resolver uma distorção causada pelo vórtice de tempo-espaço gerado no Projeto Filadélfia e que estariam afetando as dimensões próximas a nossa. Como podem ver, são várias as versões...algumas dando uma imagem bastante fria e cruel aos alienígenas e outras nem tanto. O triste é que essa dúvida em relação aos alienígenas não é igualmente válida para os seres humanos envolvidos nisso. Quem realmente representa um perigo para a humanidade? Os alienígenas ou nós mesmos?
BRIAN SWIMME
A base de Montauk, apesar de desativada, possuía as condições necessárias para a implantação do experimento Phoenix II. A base possuía o poderoso radar Sage que transformava-se numa gigantesca antena parabólica que concentrava freqüência eletromagnética de pico. O radar Sage era direcionado para uma segunda antena de proporção gigantesca que se encontrava enterrado no subsolo. Essa conexão gerava um vórtice (uma espécie de um túnel formado de plasma que teria a cor púrpura e era extremamente brilhante). No subsolo havia imensos níveis secretos e no principal estava o “coração” do Projeto Montauk: uma cadeira fornecida pelos alienígenas que seria usada pelo sensitivo Duncan Cameron. Nesta cadeira havia vários eletrodos que eram ligados nos chakras de Cameron. Os eletrodos captavam os padrões mentais e bioenergéticos e estes, através de diversos equipamentos, acabavam sendo processados num supercomputador chamado de Cry I que, por sua vez, transformava-os em códigos binários. Esses códigos eram enviados para um outro supercomputador que os transformavam em freqüências que o radar Sage era usado para emitir. Os transistores se encontravam no farol de Montauk. Este projeto funcionou durante a década de 70 e início da década de 80.
O Projeto Montauk acabou trazendo respostas chocantes para o que havia acontecido com o Projeto Filadélfia. As bobinas de Tesla haviam realizado uma operação similar com o que foi feito em Montauk. O navio DE 173 Eldridge teria ficado preso entre as duas extremidades do vórtice (hiperespaço). Inclusive, como já foi colocado, durante a realização do Projeto Filadélfia, os tripulantes do DE 173 Eldridge entraram em pânico e, na ocasião, dois marinheiros teriam pulado para a água. No entanto, ao invés de cair na água, eles teriam ido parar na base de Montauk. Os dois marinheiros teriam se deslocado no espaço e também no tempo, afinal é “apenas” uma diferença de 40 anos. E eles não teriam vindo sós do Projeto Filadélfia, lembra do mastro principal que havia sumido do DE 173 Eldridge?
Essas revelações fantásticas do Projeto Montauk são apenas o início. Durante esse dia, havia alguns ÓVNIs sobrevoando a cidade de Montauk sendo que um deles fora sugado pelo vórtice e acabou se matearilizando em um dos imensos níveis subterrâneos da base. Os tripulantes alienígenas do OVNI eram provenientes de Orion. Com ajuda dos alienígenas, os dois homens do Eldridge teriam sido devolvidos para o destróier na data exata.
Enquanto tudo isso ocorria em instalações secretas no subsolo, na superfície havia centenas de soldados que não teriam a mínima idéia do que lá acontecia e, ainda mais, que estavam servindo de cobaias para a segunda proposta do Projeto Montauk: as influências do campo eletromagnético sobre o cérebro. Todos estavam sendo bombardeados constantemente com freqüências eletromagnéticas que afetariam seus estados de humor. As Forças Armadas norte-americanas usavam seus próprios homens como cobaias de seus experimentos.
Se você ficou chocado com as “crianças de Montauk” que não se sabe “que diabos” aconteciam com elas nas mãos dos alienígenas, o que pensar das atrocidades que eram cometidos por nós mesmos? Segundo depoimentos de Preston Nichols, os militares passaram a se usar de cobaias que seriam mendigos e bêbados raptados nas ruas. Alguns deles eram usados em experimentos de transporte no tempo e nem sempre era possível o retorno. Em função desse completo descaso com a vida humana, houve uma sabotagem do pessoal da equipe dos transmissores (na qual Preston teria feito parte) para tentar impedir que tantas pessoas fossem sacrificadas com as aberrações cometidas em experimentos de Montauk.
Você acha tudo isso fantástico demais para ser verdade? Por mais cético que se possa ser, não é possível ignorar a batalha burocrática que Preston Nichols e alguns políticos ligados a ele enfrentaram em 1994 na tentativa de sensibilizar o congresso norte-americano para que se inicie uma investigação minuciosa sobre o que teria acontecido na base de Montauk na década de 70 e início de 80. Se não houvesse alguma verdade na história de Preston, para que ele teria feito isso? Para se desmoralisar perante a opinião pública? Quando eles conseguiram tal intento, o atentado à bomba de Oklahoma teria garantido a retirada da investigação de Montauk da pauta de urgência que até agora está “congelando” sem data para uma apreciação. Isso parece ser bastante suspeito...não acha?
Em breve mais revelações acerca desse fantastico experimento...

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